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Ataques no Ceará: o que se sabe e o que falta saber

07 JAN 2019
07 de Janeiro de 2019

Criminosos voltaram a cometer ataques no Ceará no 6º dia seguido de uma onda de violência que atinge o Ceará desde quarta-feira (2), mesmo com o reforço da Força Nacional no estado. O Governo do Estado anunciou que 148 suspeitos foram capturados e 20 presos integrantes de facções criminosas devem ser transferidos para presídios federais. Entenda o que se sabe e o que ainda falta saber sobre a onda de violência.

á são 37 cidades com registros de ações criminosas: Fortaleza, Tianguá, Pacatuba, Horizonte, Maracanaú, Caucaia, Pindoretama, Eusébio, Morada Nova, Marco, Jaguaruana, Canindé, Piquet Carneiro, Morrinhos, Aracoiaba, Limoeiro do Norte, São Gonçalo do Amarante, Baturité, Juazeiro do Norte, Guaiúba, Acaraú, Massapê, Pacajus, Ibaretama, Icapuí, Pacoti, Sobral, Jijoca de Jericoacoara, Quixadá, Tabuleiro do Norte, Varjota, Barroquinha, Icó, Chorozinho, Reriutaba, Crateús e Iguatu.  Dois suspeitos foram mortos durante uma troca de tiros com a polícia ao tentar incendiar um posto do Detran em Fortaleza, na madrugada de domingo (6). Um policial militar também foi atingido no braço no confronto.

Outras quatro pessoas ficaram levemente feridas em ataques incendiários. Um casal de idosos e um motorista sofreram queimaduras em um ataque em Fortaleza, e um motorista ficou ferido em Sobral.

O secretário da Segurança Pública do Ceará, André Costa, afirmou que a nomeação do novo secretário de Administração Penitenciária do estado, Luís Mauro Albuquerque, provocou a onda de ataque. Segundo André Costa "a criminalidade já conhecia o trabalho" do novo gestor da pasta que administra os presídios do Ceará.

A ordem dos ataques partiu de um detento da Unidade Prisional Agente Luciano Andrade Lima (antiga CPPL I), na tarde de quarta-feira, segundo a fonte do Serviço de Inteligência. No dia seguinte, agentes penitenciários fizeram uma vistoria "surpresa" na unidade, o que resultou em um motim dos presidiários. A revolta foi controlada no mesmo dia e nenhum detento fugiu.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Ceará, 148 suspeitos de participação nos ataques foram detidos. Dois suspeitos morreram em troca de tiros com policiais. Pelo menos 60 envolvidos foram capturados após a chegada da Força Nacional no estado neste sábado (5). Dentre os presos, está um motorista suspeito de vender combustível ilegalmente para criminosos.

As Forças Armadas foram enviadas para o Ceará?

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, autorizou na sexta-feira o envio de agentes da Força Nacional para o Ceará, onde devem atuar por um período de 30 dias. Os policiais chegaram ao estado na noite de sexta-feira (4) e começaram a atuar na noite de sábado.

Na quinta-feira (3), Moro havia dito que o envio só seria feito em caso de "deterioração" da segurança no Estado.

Os agentes começaram a atuar nas ruas na noite de sábado (5). Após o início da operação com o reforço policial, a capital cearense registrou uma redução no número de crimes.

Na segunda-feira (7), o Governo do Ceará anunciou que mais 200 agentes da Força Nacional seriam deslocados para o estado.

 

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, autorizou na sexta-feira o envio de agentes da Força Nacional para o Ceará, onde devem atuar por um período de 30 dias. Os policiais chegaram ao estado na noite de sexta-feira (4) e começaram a atuar na noite de sábado.

Na quinta-feira (3), Moro havia dito que o envio só seria feito em caso de "deterioração" da segurança no Estado.

Os agentes começaram a atuar nas ruas na noite de sábado (5). Após o início da operação com o reforço policial, a capital cearense registrou uma redução no número de crimes.

Na segunda-feira (7), o Governo do Ceará anunciou que mais 200 agentes da Força Nacional seriam deslocados para o estado.

G1

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